Ilha do Marajó
A ilha do Marajó, abrigou há mais de três mil anos uma tribo indígena, os marajoaras, que desapareceu por volta do ano de 1300, antes mesmo da chegada do conquistadores na região.
O desaparecimento até hoje ainda é um mistério para os pesquisadores. Teorias apontam para brigas internas ou de disputa com outros povos por territórios. Resquícios históricos sobre a vida desta tribo estão preservadas, como o artesanato, no Museu Emílio Goeldi e no Museu do Marajó, na cidade de Cachoeira do Arari, destaque ainda para as cerâmicas marajoaras, como vasos e jarros datados de 980 a.c.
Escavações no local feitas por pesquisadores revelaram que a tribo era bem definida em classes sociais, tanto que dentre as peças marajoaras estão urnas funerárias, onde eram sepultados os grandes líderes. A agricultura tinha como base de alimentação a mandioca e o arroz. O espaço da aldeia revelou verdadeiras cidades bem populosas com quase 10.000 moradores.
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